Não há mais como negar que as redes sociais são facilitadoras da vida e de grande funcionalidade para pessoas e empresas de um modo geral, em todo o mundo. As redes encurtam distâncias, oferecem agilidade em resoluções e processos, são colaborativas e estão incorporadas ao nosso dia a dia pessoal e profissional. Não é preciso aqui elencar todos os benefícios que elas trazem, são muitos. Porém, essas mesmas ferramentas catalisadoras da vida moderna, infelizmente são usadas de maneira perversa. Falsas e irresponsáveis informações são espalhadas com um simples clique, muitas vezes, com consequências sérias. E o pior, muitos fazem isso, repassam as chamadas “fake news” sem sequer checar o impacto que aquilo poderá causar.

Um exemplo que aconteceu recentemente em nível nacional foi o boato de que a vacina da febre amarela não fazia qualquer efeito. Isso afugentou várias pessoas dos postos de saúde de áreas de risco do mosquito transmissor da doença, o que acarreta um possível aumento dos índices de morte por febre amarela no Brasil. Outra situação irresponsável aconteceu em um grupo de WhatsApp de moradores de um determinado condomínio de prédios. Uma vizinha enviou um texto, sem assinatura, sem qualquer menção da fonte, dizendo que atualmente existe um novo golpe de bandidos: eles roubam o uniforme de entregadores de pizzas no meio da rua, pegam os endereços de entrega dos motoqueiros e seguem para as casas que fizeram os pedidos do produto para cometer assaltos.

O resultado dessa falsa informação no grupo foi criar uma celeuma, gerar mais preocupação entre os moradores e fazer surgir o sentimento de medo entre os vizinhos. Cada um comentava algo e dizia que os entregadores precisam ser proibidos de entrar no condomínio e, assim, de forma generalizada, foi reforçada a imagem de que todo motoboy é um bandido contumaz. Estes são apenas dois simples exemplos, mas quantas e quantas mensagens irresponsáveis recebemos diariamente no smartphone?! Vejam, por exemplo, as eleições americanas: um presidente eleito possivelmente após criar um monte de mentiras contra sua principal adversária e espalhar os boatos pelas mídias sociais.

Então está muito claro que muita gente recebe a informação e não checa a origem, simplesmente replica. Isso tem se potencializado tanto que o blog boatos.org foi criado a partir da ampla demanda de notícias falsas. Quando algumas notícias mirabolantes aparecem por aí, como a morte de famosos, novo tipo de droga vendida na porta das escolas, etc., é possível checar pelo site se a informação é verdadeira ou não.

Portanto, cada um de nós pode ser responsável por ajudar a não espalhar informações mentirosas para que possamos viver mais em paz. Antes de enviar, é importante checar!

Vida que segue…

Sobre o autor: Letra A

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Não há mais como negar que as redes sociais são facilitadoras da vida e de grande funcionalidade para pessoas e empresas de um modo geral, em todo o mundo. As redes encurtam distâncias, oferecem agilidade em resoluções e processos, são colaborativas e estão incorporadas ao nosso dia a dia pessoal e profissional. Não é preciso aqui elencar todos os benefícios que elas trazem, são muitos. Porém, essas mesmas ferramentas catalisadoras da vida moderna, infelizmente são usadas de maneira perversa. Falsas e irresponsáveis informações são espalhadas com um simples clique, muitas vezes, com consequências sérias. E o pior, muitos fazem isso, repassam as chamadas “fake news” sem sequer checar o impacto que aquilo poderá causar.

Um exemplo que aconteceu recentemente em nível nacional foi o boato de que a vacina da febre amarela não fazia qualquer efeito. Isso afugentou várias pessoas dos postos de saúde de áreas de risco do mosquito transmissor da doença, o que acarreta um possível aumento dos índices de morte por febre amarela no Brasil. Outra situação irresponsável aconteceu em um grupo de WhatsApp de moradores de um determinado condomínio de prédios. Uma vizinha enviou um texto, sem assinatura, sem qualquer menção da fonte, dizendo que atualmente existe um novo golpe de bandidos: eles roubam o uniforme de entregadores de pizzas no meio da rua, pegam os endereços de entrega dos motoqueiros e seguem para as casas que fizeram os pedidos do produto para cometer assaltos.

O resultado dessa falsa informação no grupo foi criar uma celeuma, gerar mais preocupação entre os moradores e fazer surgir o sentimento de medo entre os vizinhos. Cada um comentava algo e dizia que os entregadores precisam ser proibidos de entrar no condomínio e, assim, de forma generalizada, foi reforçada a imagem de que todo motoboy é um bandido contumaz. Estes são apenas dois simples exemplos, mas quantas e quantas mensagens irresponsáveis recebemos diariamente no smartphone?! Vejam, por exemplo, as eleições americanas: um presidente eleito possivelmente após criar um monte de mentiras contra sua principal adversária e espalhar os boatos pelas mídias sociais.

Então está muito claro que muita gente recebe a informação e não checa a origem, simplesmente replica. Isso tem se potencializado tanto que o blog boatos.org foi criado a partir da ampla demanda de notícias falsas. Quando algumas notícias mirabolantes aparecem por aí, como a morte de famosos, novo tipo de droga vendida na porta das escolas, etc., é possível checar pelo site se a informação é verdadeira ou não.

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