Se você já pensou em atualizar o logo da sua marca, mas teve medo de perder o reconhecimento que construiu até aqui, calma: um rebranding bem pensado pode te ajudar nessa.
Mas aí você nos pergunta “Não é o rebranding que muda o logo da empresa?”.
E a resposta mais rápida para essa pergunta é: sim e não. Isso porque o trabalho do rebranding não é necessariamente reformular por completo uma marca, e sim entender o momento de mercado em que ela está para traduzir isso visualmente com coerência.
Então, bora entender juntos como isso acontece na prática? Vem com a gente!
Quando a marca amadurece
Não é segredo que toda marca passa por fases, né? Tudo pode mudar: o público, o mercado e até a forma de se posicionar.
Isso significa que, com o tempo, aquilo que antes traduzia perfeitamente quem você era pode já não representar o momento atual (e mais maduro) do seu negócio.
E isso é ótimo, afinal, todos nós passamos por diferentes épocas e estilos na vida. Então, em outras palavras, essa falta de identificação indica que a sua marca cresceu, se transformou e acumulou experiências que merecem ser refletidas em um reposicionamento — e também na sua identidade.
É justamente aí que o rebranding entra em cena como uma resposta natural a esse amadurecimento. Ou seja, em vez de chegar com uma mudança brusca e ares de total recomeço, ele moderniza a identidade visual para que ela acompanhe o atual momento da marca, representando evolução e continuidade.
💡 Em resumo, podemos te dizer que esse é um processo cheeeio de autoconhecimento.
Isto é, é aquela hora de parar, entender o que deu certo e o que já não faz mais tanto sentido, traduzir as percepções do público e transformar isso em um novo logotipo — mais alinhado ao presente da marca.
O poder das pequenas mudanças no rebranding
E já que estamos falando em novo logotipo, vale dizer que o nascimento de uma nova identidade visual não precisa ser radical.
Às vezes, o que transforma completamente a percepção sobre uma marca são alguns ajustes sutis, mas muito bem pensados, no design: um novo tom de cor, uma versão moderna do mesmo símbolo ou uma tipografia que traz mais personalidade.

Aliás, percebe como todos esses pontos são pequenos detalhes que, juntos, comunicam evolução sem romper com o passado?
Além de reforçarem o reconhecimento da marca, essas mudanças do rebranding — quando feitas com propósito — mostram que a empresa está em movimento e atenta às transformações do mercado.
Case Dantas & Moura: evoluir preservando a essência
E se tem um exemplo que mostra bem como o rebranding pode ser sobre continuidade, e não ruptura, é o da Dantas & Moura.
O escritório de contabilidade, liderado pelas sócias Ana Moura e Alaires Dantas, estava prestes a viver uma nova fase com a mudança de espaço físico e o desejo de refletir esse momento em uma identidade mais atual.
Mas havia um ponto importantíssimo: elas tinham muito carinho pelo logo antigo e queriam manter viva a essência dele, que já acompanhava a história da empresa há muitos anos.

Por isso, antes de qualquer traço, cor ou forma, o processo começou com uma imersão na marca para entendermos o desejo delas.
Conversamos sobre o que o logo representava, sobre o vínculo emocional com a flor de lótus — criada lá atrás, como um reflexo da força e da presença feminina do escritório — e sobre o que esse símbolo significava agora, nesse novo momento de crescimento.
No início, até testamos outras possibilidades visuais, mas à medida que o processo avançava, ficou claro pra gente: o que a marca precisava não era de uma ruptura, e sim de uma modernização.
Assim, mantivemos a paleta original, com tons de azul marinho e dourado, redesenhamos a flor de lótus para uma versão mais “clean” e sofisticada, e ajustamos a fonte principal e a secundária, trazendo equilíbrio entre tradição e atualidade.

Além da mudança da tagline, o novo logo também ganhou diferentes variações (coloridas e monocromáticas) e aplicações em materiais offline.
E tudo foi entregue junto com o Manual de Identidade Visual, um documento desenvolvido pela Letra A que reúne todas as diretrizes de uso da marca e garante consistência em cada ponto de contato.
O jeito Letra A de fazer rebranding com estratégia
Depois de todas essas informações e desse (belíssimo ✨) exemplo, fica claro que o que guia todas as decisões dentro de um processo de rebranding é a estratégia, né?
É por isso que, aqui na Letra A, a gente acredita que o design é consequência, e não ponto de partida. Logo, cada linha, símbolo ou ajuste visual nasce de um entendimento profundo sobre a marca, seu público e o momento que ela está vivendo.
Na prática, isso significa que todo rebranding que a gente conduz é construído em parceria com o cliente. Isso porque é nessa troca que surgem os insights que direcionam todas as escolhas visuais, fazendo com que elas tenham intenção e respeito à história da marca.
Evoluir é permanecer relevante
No fim das contas, já podemos concordar: uma marca moderna e que se preocupa com relevância precisa acompanhar as mudanças do mercado e do próprio público.
E quando essa evolução acontece de forma consciente, com planejamento e estratégia, ela não enfraquece seu propósito — muito pelo contrário, ela o reafirma.
Então, se a sua marca está em um momento de transformação e você quer entender como evoluir sem perder o que a torna única, nosso time de Social Branding está mais do que pronto para te ajudar.
Vem conversar com a gente e entender como podemos mergulhar nessa etapa com você.



