Em um mês que convida a população a cuidar com mais atenção da saúde mental, o Janeiro Branco também é uma oportunidade das empresas avaliarem seus processos internos relacionados a quem está passando por um processo de luto. Nesse sentido, empresas potiguares têm revisado políticas internas e adotado práticas de acolhimento a colaboradores que atravessam o processo de luto.

De acordo com a legislação brasileira, o trabalhador tem direito a dois dias consecutivos de licença remunerada em caso de falecimento de cônjuge, ascendente (pais, avós), descendente (filhos, netos), irmãos ou dependente econômico. Entretanto, ir além do que estabelece a lei é o diferencial entre uma atuação correta e um acolhimento humanizado.

Para Ana Cláudia Medeiros, consultora de Gestão de Pessoas da Rui Cadete, o principal desafio que as empresas enfrentam é o dilema entre produtividade e humanização. “Ao mesmo tempo, existem metas, prazos, clientes e compromissos pendentes, e um processo de luto e dor do colaborador. Mas a cultura da empresa fará toda a diferença nesta situação”.

A profissional enfatiza que o luto não é uma doença a ser curada rapidamente, mas um processo profundo de reorganização da vida após uma perda significativa. “Permitir pausas frequentes durante o expediente, oferecer espaços privados para momentos de maior sofrimento, considerar jornadas reduzidas ou escalas flexíveis nos primeiros meses e não exigir que a pessoa deixe os problemas em casa são formas de aliviar a demanda que a pessoa tem na empresa, mas com flexibilidade”. 

Na Rui Cadete, Ana Claudia exemplifica, a empresa avalia se o colaborador tem férias que podem ser antecipadas, é mantido contato constante com o colaborador e oferecido apoio psicológico. “Também vemos a possibilidade, se for do interesse do colaborador, em flexibilizar home office com retorno gradativo para a empresa. Sabemos da situação difícil e específica que é este momento e buscamos sempre a empatia”, afirma.

Atenção para profissionais de saúde e segurança  

De acordo com pesquisa do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep), 74% dos brasileiros afirmam não falar sobre a morte no cotidiano. Em uma escala de 1 a 5 – em que 1 indica estar “nada preparado” e 5 “muito preparado” –, a nota foi de 2,6 para a avaliação sobre se o brasileiro está pronto para lidar com a morte.

Neste cenário, os profissionais que lidam rotineiramente com o luto de terceiros, como médicos, policiais e agentes funerários, também precisam dar atenção especial às suas emoções. Conforme explica Anna Cláudia Abdon, psicóloga especialista em luto da Empresa Vila, referência no setor funerário no RN, empresas desses mercados precisam investir na saúde mental dos times que acolhem pessoas em momentos de grande vulnerabilidade.

“Essas profissões oferecem suporte onde muitas vezes falta. Por isso, exigem uma presença maior, uma empatia maior e um equilíbrio emocional. Então investir no cuidado com a saúde mental, não apenas durante o Janeiro Branco mas ao longo do ano,  é uma forma de reconhecimento e valorização delas, porque cuidar de quem cuida é uma escolha consciente para o ambiente de um trabalho mais humano e mais sustentável”, destaca.

A profissional ainda lembra que procurar ajuda não é uma fraqueza, mas um ato de responsabilidade consigo mesmo. “A gente não precisa esperar chegar no nosso limite. O luto, ele atravessa a vida, o corpo e a mente, então é importante que se a pessoa perceber que não está bem, com um sofrimento que interfere na vida doméstica, na interação social, com dificuldade para dormir, por exemplo, busque essa ajuda profissional o mais rápido possível”, enfatiza a psicóloga.

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A parceria entre R. Godoy e a Letra A tem se mostrado fundamental para o sucesso de iniciativas culturais e sociais em solo potiguar. Um encontro de propósitos: comunicar com profundidade, estratégia e sensibilidade. Na Mostra Movimento Armorial 50 Anos, essa colaboração foi decisiva para dar visibilidade ao legado de Ariano Suassuna. Já na estreia do evento Cultura, Organização Não Governamental e Ativismo – CONGA, a Letra A garantiu uma comunicação alinhada ao espírito do projeto. A assessoria de imprensa foi um dos pilares que impulsionaram o alcance e a participação do público nessas iniciativas – e isso só foi possível graças à sintonia entre criação, estratégia e execução.


Regina Rosa de Godoy | Diretora Executiva da R. Godoy

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Há mais de 27 anos, estamos nesta parceria - Casa Escola e Letra A. Fomos construindo em conjunto o formato muito particular de revelar por meio da imprensa e mídias os caminhos não canônicos de uma educação progressiva. Hoje em dia, com uma equipe maravilhosa, continuamos construindo caminhos, quando os meios se ampliaram e os serviços se multiplicaram, o que tem nos trazido um alcance midiático bastante expressivo. Se alguém me perguntar se conheço alguém ou escritório que faça um bom trabalho de publicidade e assessoramento, eu primeiro diria: visite o Instagram da Casa Escola e vai saber se está bem assessorada ou não. É lógico que sim! Portanto, continuamos com a Letra A e super indico.


Priscila Griner | Diretora da Casa
Escola

Há mais de 27 anos, estamos nesta parceria - Casa Escola e Letra A. Fomos construindo em conjunto o formato muito particular de revelar por meio da imprensa e mídias os caminhos não canônicos de uma educação progressiva. Hoje em dia, com uma equipe maravilhosa, continuamos construindo caminhos, quando os meios se ampliaram e os serviços se multiplicaram, o que tem nos trazido um alcance midiático bastante expressivo. Se alguém me perguntar se conheço alguém ou escritório que faça um bom trabalho de publicidade e assessoramento, eu primeiro diria: visite o Instagram da Casa Escola e vai saber se está bem assessorada ou não. É lógico que sim! Portanto, continuamos com a Letra A e super indico.

Priscila Griner | Diretora da Casa Escola


Sempre acreditamos que nos unirmos aos competentes é uma excelente estratégia. Por isso, desde 2007, mantemos parceria com a Letra A como nossa fornecedora de serviços de assessoria de comunicação com o mercado, bem como para iniciativas de endomarketing. A razão da longevidade é sinônimo de competência, envolvimento com afinco e excelentes resultados!


Rui Cadete | Presidente do RC Hub

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Com a contratação dos serviços da Letra A, a Sogorn experimentou um avanço da divulgação de sua marca, do trabalho associativo e do reconhecimento pelos associados da ginecologia e obstetrícia. Outro aspecto é a perspectiva de estreitamento da comunicação com os associados, imprensa e a população em geral através da perene divulgação. Estamos muito satisfeitos com essa parceria e com o valor que isso tem contribuído para o reconhecimento do trabalho da nossa diretoria.


Robinson Dias | Presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte (Sogorn)

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Nós do Natal Shopping temos a Letra A Comunicação como parceira do nosso negócio há mais de 10 anos e estamos extremamente satisfeitos com o trabalho construído até aqui. Sabemos da importância de se ter ao lado profissionais de credibilidade e que atuem com responsabilidade junto à imprensa local. Esse com certeza é um grande diferencial da equipe que faz a Letra A. Além do ótimo relacionamento que possuem com os veículos e meios de comunicação, sempre buscam levar nossas ações e nosso nome aos principais espaços de divulgação.


Diana Petta | Gerente de Marketing do Natal Shopping

Nós do Natal Shopping temos a Letra A Comunicação como parceira do nosso negócio há mais de 10 anos e estamos extremamente satisfeitos com o trabalho construído até aqui. Sabemos da importância de se ter ao lado profissionais de credibilidade e que atuem com responsabilidade junto à imprensa local. Esse com certeza é um grande diferencial da equipe que faz a Letra A. Além do ótimo relacionamento que possuem com os veículos e meios de comunicação, sempre buscam levar nossas ações e nosso nome aos principais espaços de divulgação.

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O trabalho da Letra A na assessoria de imprensa dos projetos e conteúdos que a Mapa realiza é um agregador de valor. Nós sentimos que "informamos com qualidade", e além do trabalho que é super profissional, sempre em tempo, sensível, de uma escuta atenta, atinada e assertiva para descobrir caminhos de potencializar a presença dos nossos conteúdos nos meios de comunicação.


Tatiane Fernandes | Diretora da Mapa Realizações culturais

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A atuação da Letra A tem sido elemento chave para o sucesso das estratégias da Faculdade Estácio de Natal. Nossa instituição sempre se dedicou a oferecer formação profissional de qualidade para o mercado. No entanto, sabemos que a excelência acadêmica deve ser acompanhada de uma comunicação eficaz com a sociedade. É aí que entra a Letra A, desempenhando um papel fundamental na divulgação de nossa expertise, conquistas, eventos e projetos. Através de estratégias bem elaboradas, sua equipe tem contribuído para manter a Faculdade Estácio de Natal em destaque nos meios de comunicação, fortalecendo nossa reputação e ampliando nosso alcance.


Clécio Franco | Gestor da Estácio
Natal

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Ganhamos espaços importantes na mídia do Rio Grande do Norte ampliando a comunicação do nosso fazer artístico no mercado da dança durante esses três anos em que tivemos a Letra A como a nossa grande parceira!


Anderson Leão | Diretor Artístico do Grupo Movidos Dança

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