Março é considerado o Mês Internacional das Mulheres, um período que traz reflexões sobre a luta histórica pela valorização profissional, igualdade de direitos e combate à violência de gênero. Nesse cenário, um dado chama a atenção: segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em dia de jogo de futebol masculino, a violência contra a mulher aumenta em mais de 23% nas grandes capitais do Brasil.
O pico de agressões se soma a uma realidade preocupante, onde 3,7 milhões de brasileiras já sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar em 2025, conforme levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa DataSenado. Destas, 21% afirmam conviver com episódios há mais de um ano.
Diante disso, a Estácio, em parceria com a Artplan e o Instituto Yduqs, entra em campo com a campanha “Não fique calado!”, lançada no jogo Vasco x Palmeiras nesta quarta-feira (12). A campanha tem como objetivo trazer informações relevantes para que todas as pessoas saibam como identificar e denunciar casos de violência doméstica. Como parte da iniciativa, a instituição lançou um site que reúne diversas ferramentas de conscientização e apoio às vítimas.
“O Instituto Yduqs entra em campo junto à Estácio com um compromisso maior que a vitória. Acreditamos que a educação é a principal forma de prevenção da violência de gênero. Neste mês de março e durante o ano inteiro, contribuímos para a conscientização sobre os direitos das mulheres e promovemos iniciativas de desenvolvimento profissional para elas, pois entendemos que o empoderamento feminino aumenta toda vez que uma mulher ocupa seu espaço na sociedade”, afirma Cláudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo educacional Yduqs, organização da qual a Estácio faz parte.

No site da ação, é possível encontrar uma cartilha virtual destinada ao público feminino, que lista os tipos de violência, os sinais de alerta e traz orientações de como reagir e se proteger. Além disso, o público masculino também é convidado a participar da ação, com um documento preparado exclusivamente para eles, que traz informações sobre violência de gênero e como os homens podem agir em defesa das mulheres. Mais informações podem ser obtidas por meio do link: naofiquecalado.com.br .
Realizada pela Artplan, a campanha “Não fique calado!” se distingue por ir além das iniciativas com foco na orientação feminina e no combate à violência contra a mulher, convocando para o centro do debate também as vozes masculinas em busca de aliados. Em meio ao turbilhão de emoções que a paixão nacional pelo futebol pode despertar no universo masculino, o respeito não pode faltar. Durante o mês, a universidade convida torcedores e toda a sociedade a debater a violência contra as mulheres nos dias de jogos de futebol.
Proteção das mulheres potiguares
Em Natal, a instituição reforça sua iniciativa nacional com atendimentos gratuitos nas áreas de Direito e Psicologia. Por meio do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) e do Serviço-Escola de Psicologia, a instituição disponibiliza orientação jurídica e acolhimento psicológico para mulheres em situação de violência, com atendimento realizado por estudantes supervisionados por professores e profissionais da área. Os atendimentos acontecem na unidade localizada na Av. Alm. Alexandrino de Alencar, 708 – Alecrim.
“Como instituição de ensino comprometida com a transformação social, entendemos que é nosso papel ampliar o acesso à informação e ao acolhimento para mulheres em situação de vulnerabilidade. Por meio dos nossos serviços de Psicologia e do Núcleo de Práticas Jurídicas, buscamos oferecer suporte qualificado e contribuir para que essas mulheres encontrem caminhos seguros para denunciar e romper o ciclo da violência”, afirma Gabriella Saldanha, Pós-Reitora do Centro Universitário Estácio Natal.
Para Renata Tasca, diretora de Estratégia de Marcas e Mídia da Estácio, a paixão pelo futebol não pode ser uma cortina de fumaça para uma verdade dolorosa. “Como a maior universidade do Brasil, entendemos nosso papel em levar informação e apoio à sociedade, conectando nossos serviços à iniciativa e fortalecendo a atuação dos Núcleos de Práticas Jurídicas e dos Serviços-Escola de Psicologia”, declara.
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