A época mais esperada pela garotada chegou: as férias escolares. Para as crianças é sinônimo de muita diversão. No entanto, muitas vezes para os pais é um desafio: o que fazer com as crianças durante este período? O ideal, que é tirar férias juntos, nem sempre é possível. Mas não é por isso que o recesso escolar não possa ser compartilhado com muita alegria e diversão.

“A criançada com mais tempo em casa exige um esforço maior dos pais para lidar com tanta energia concentrada. Mas isto não deve ser encarado como preocupação, e sim, como oportunidade”, reforça Priscila Griner, diretora do Instituto Educacional Casa Escola (IECE).

De acordo com Priscila, sem a rotina diária frenética da escola, as atividades e os esportes, este período de folga pode promover bons momentos de aproximação e trocas entre pais e filhos. “Então, que tal deixar um pouco as séries e redes sociais de lado, e aproveitar estes bons momentos? Brincadeiras saudáveis, além de entreter as crianças, aproximam a família, fortalecem os laços e são ótimas para o desenvolvimento intelectual de forma criativa e divertida”, acrescenta a educadora.

O primeiro passo, segundo Priscila, é olhar bem ao redor e analisar o que se tem à disposição em relação a tempo e material, e depois disto planejar os dias e brincadeiras. “Se as brincadeiras não forem planejadas com antecedência, é provável que não aconteçam como esperado. Ademais, a organização é uma maneira de mostrar ao filho que a rotina não é só uma obrigação escolar, mas tem seus benefícios até quando utilizadas no lazer”, explica.

Quanto aos materiais, não precisa sair correndo para comprar. É bem possível que em casa estejam disponíveis as ferramentas para brincadeiras que muitas vezes passam despercebidas. “Na cozinha tem água e sabão, com isso já está garantida a brincadeira de bolhas de sabão. Com sabonete líquido dá para fazer um divertido banho de espuma. Tem uma bexiga em casa, que sobrou do aniversário? Já dá para encher com água e brincar de queimada no quintal”, exemplifica.

Outras opções são ensinar aos filhos brincadeiras antigas. Amarelinha, passa-anel, telefone sem fio, vivo/morto, jogo de pião, pular corda. “Reviver boas lembranças da infância e passá-las aos filhos, com certeza será um momento de fortificar laços e até mesmo aliviar o estresse da vida adulta”, conta.

Transformar a sala em um cinema em casa, visitar os familiares mais distantes do convívio diário, cozinhar juntos, fazer um piquenique com as guloseimas preferidas, também são opções para este tempo de férias. O importante é saber que momentos como estes ficam conservados na memória das crianças e dos adolescentes, e são uma base importante para o desenvolvimento intelectual, e, principalmente, emocional deles. Mais do que recreação para passar as férias, estas brincadeiras e momentos são um investimento nas relações afetivas com os filhos”, reforça.

Sobre o autor: Letra A

A época mais esperada pela garotada chegou: as férias escolares. Para as crianças é sinônimo de muita diversão. No entanto, muitas vezes para os pais é um desafio: o que fazer com as crianças durante este período? O ideal, que é tirar férias juntos, nem sempre é possível. Mas não é por isso que o recesso escolar não possa ser compartilhado com muita alegria e diversão.

“A criançada com mais tempo em casa exige um esforço maior dos pais para lidar com tanta energia concentrada. Mas isto não deve ser encarado como preocupação, e sim, como oportunidade”, reforça Priscila Griner, diretora do Instituto Educacional Casa Escola (IECE).

De acordo com Priscila, sem a rotina diária frenética da escola, as atividades e os esportes, este período de folga pode promover bons momentos de aproximação e trocas entre pais e filhos. “Então, que tal deixar um pouco as séries e redes sociais de lado, e aproveitar estes bons momentos? Brincadeiras saudáveis, além de entreter as crianças, aproximam a família, fortalecem os laços e são ótimas para o desenvolvimento intelectual de forma criativa e divertida”, acrescenta a educadora.

O primeiro passo, segundo Priscila, é olhar bem ao redor e analisar o que se tem à disposição em relação a tempo e material, e depois disto planejar os dias e brincadeiras. “Se as brincadeiras não forem planejadas com antecedência, é provável que não aconteçam como esperado. Ademais, a organização é uma maneira de mostrar ao filho que a rotina não é só uma obrigação escolar, mas tem seus benefícios até quando utilizadas no lazer”, explica.

Quanto aos materiais, não precisa sair correndo para comprar. É bem possível que em casa estejam disponíveis as ferramentas para brincadeiras que muitas vezes passam despercebidas. “Na cozinha tem água e sabão, com isso já está garantida a brincadeira de bolhas de sabão. Com sabonete líquido dá para fazer um divertido banho de espuma. Tem uma bexiga em casa, que sobrou do aniversário? Já dá para encher com água e brincar de queimada no quintal”, exemplifica.

Outras opções são ensinar aos filhos brincadeiras antigas. Amarelinha, passa-anel, telefone sem fio, vivo/morto, jogo de pião, pular corda. “Reviver boas lembranças da infância e passá-las aos filhos, com certeza será um momento de fortificar laços e até mesmo aliviar o estresse da vida adulta”, conta.

Transformar a sala em um cinema em casa, visitar os familiares mais distantes do convívio diário, cozinhar juntos, fazer um piquenique com as guloseimas preferidas, também são opções para este tempo de férias. O importante é saber que momentos como estes ficam conservados na memória das crianças e dos adolescentes, e são uma base importante para o desenvolvimento intelectual, e, principalmente, emocional deles. Mais do que recreação para passar as férias, estas brincadeiras e momentos são um investimento nas relações afetivas com os filhos”, reforça.

Sobre o autor: Letra A

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