Abrir portas e gerar oportunidades para os negócios que têm o mar como ambiente. É com esse propósito que atuará o Cluster Tecnológico Naval do Rio Grande do Norte. O lançamento para o mercado acontece no dia 07 de maio em um evento para convidados no auditório Albano Franco, na FIERN, a partir das 15h. Representantes das fundadoras do Cluster – 3R Petroleum, Coopesbra, Emgepron, FIERN, Intermarítima e SENAI RN – irão dividir suas visões sobre as vantagens comparativas e competitivas do Rio Grande do Norte, e suas oportunidades de negócios neste ecossistema.

O almirante Edésio Teixeira, presidente da Emgepron e um dos principais incentivadores da criação da associação, profere a palestra “O modelo dos clusters marítimos para o desenvolvimento da economia azul”. E Márcio Guerra, gerente do Observatório Nacional da Indústria da CNI, fala sobre os impactos econômicos da exploração petrolífera na margem equatorial. O almirante Reis Leite, comandante do 3º Distrito Naval da Marinha do Brasil, também participa trazendo seu ponto de vista sobre o potencial da iniciativa. O evento se encerra com a participação do presidente do Cluster Amaro Sales, falando sobre a visão de futuro da economia do mar potiguar.

O Cluster Tecnológico Naval do RN é uma associação civil sem fins lucrativos ou político partidários – composta por três empresas fundadoras (3R Petroleum, Emgepron e Intermarítima) e três instituições eméritas (Fiern, Senai e Coopesbra), que visa impulsionar a geração de negócios relacionados à economia do mar potiguar e se amplia para os demais estados nordestinos. Tem como propósito a criação de um ecossistema de prosperidade, atuando em tríplice hélice frente a indústrias, fornecedores de produtos e serviços, armadores, investidores e demais partes interessadas nos principais segmentos de atuação.

A ideia é que o projeto atraia negócios da iniciativa privada que se agreguem a instituições públicas, para juntos, fortalecer o setor, a exemplo do que já existe nos estados do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “Essa é uma ação que nasce no Rio Grande do Norte, mas nossa intenção é que o movimento se amplie para todo o Nordeste, uma região tão rica e com um grande potencial de desenvolvimento para a chamada economia azul”, pontua Amaro Sales, presidente do Cluster.

“A iniciativa atua com oito eixos prioritários: energia eólica offshore; óleo e gás offshore; pesca e aquicultura; infraestrutura portuária; segurança e vigilância marítima; transporte marítimo e logístico; sal marinho; turismo, lazer e esportes náuticos, além da construção, reparação e manutenção naval, direito marítimo e outros pilares deste ambiente promissor, que envolve muita interação terra-mar”, destaca o secretário executivo do Cluster, Daniel Penteado Lana.

O Cluster conta com uma estrutura de governança que se propõe, entre outras frentes, a representar o ambiente marítimo  na proposição de pautas desenvolvimentistas para o governo. É também um apoiador da Federação das Indústrias, uma das principais sócias fundadoras do Cluster.

“Em nível de Nordeste esta é uma iniciativa pioneira, que já nasce com esse cuidado com  regramentos e preservação ambiental. Nos propomos a estudar o potencial da economia do mar com o conceito de sustentabilidade muito presente. E chega em um momento muito oportuno para o Rio Grande do Norte, diante da capacidade de energia offshore e exploração do petróleo na margem equatorial”, argumenta Roberto Serquiz, presidente da Fiern.

Para Gabriel Calzavara, diretor da Copesbra e presidente do Conselho do Cluster, a iniciativa se compara a quando os portugueses criaram a Escola de Sagres no Século 16, de onde surgiram as grandes navegações. “Nos propomos a pensar como o Nordeste pode utilizar o mar como um instrumento de negócio para que, em pleno Século 21, possa cumprir esse papel que é composto por três bases: a questão ambiental, a transição energética e a segurança alimentar. Com isso, pode gerar emprego, renda, tecnologia, melhores salários, melhor qualificação de mão de obra. Esse universo de alternativas vem pra dentro do Cluster para mostrar para as empresas e governo o melhor caminho”.

Empresas e instituições interessadas em fazer parte do Cluster Tecnológico Naval do RN podem acessar o site https://clusterdomar.org.br/ e se inscrever no formulário disponível. Interessados em participar do evento podem contatar pelo email executivo@clusterdomar.org.br.

Sobre o autor: admin

Abrir portas e gerar oportunidades para os negócios que têm o mar como ambiente. É com esse propósito que atuará o Cluster Tecnológico Naval do Rio Grande do Norte. O lançamento para o mercado acontece no dia 07 de maio em um evento para convidados no auditório Albano Franco, na FIERN, a partir das 15h. Representantes das fundadoras do Cluster – 3R Petroleum, Coopesbra, Emgepron, FIERN, Intermarítima e SENAI RN – irão dividir suas visões sobre as vantagens comparativas e competitivas do Rio Grande do Norte, e suas oportunidades de negócios neste ecossistema.

O almirante Edésio Teixeira, presidente da Emgepron e um dos principais incentivadores da criação da associação, profere a palestra “O modelo dos clusters marítimos para o desenvolvimento da economia azul”. E Márcio Guerra, gerente do Observatório Nacional da Indústria da CNI, fala sobre os impactos econômicos da exploração petrolífera na margem equatorial. O almirante Reis Leite, comandante do 3º Distrito Naval da Marinha do Brasil, também participa trazendo seu ponto de vista sobre o potencial da iniciativa. O evento se encerra com a participação do presidente do Cluster Amaro Sales, falando sobre a visão de futuro da economia do mar potiguar.

O Cluster Tecnológico Naval do RN é uma associação civil sem fins lucrativos ou político partidários – composta por três empresas fundadoras (3R Petroleum, Emgepron e Intermarítima) e três instituições eméritas (Fiern, Senai e Coopesbra), que visa impulsionar a geração de negócios relacionados à economia do mar potiguar e se amplia para os demais estados nordestinos. Tem como propósito a criação de um ecossistema de prosperidade, atuando em tríplice hélice frente a indústrias, fornecedores de produtos e serviços, armadores, investidores e demais partes interessadas nos principais segmentos de atuação.

A ideia é que o projeto atraia negócios da iniciativa privada que se agreguem a instituições públicas, para juntos, fortalecer o setor, a exemplo do que já existe nos estados do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “Essa é uma ação que nasce no Rio Grande do Norte, mas nossa intenção é que o movimento se amplie para todo o Nordeste, uma região tão rica e com um grande potencial de desenvolvimento para a chamada economia azul”, pontua Amaro Sales, presidente do Cluster.

“A iniciativa atua com oito eixos prioritários: energia eólica offshore; óleo e gás offshore; pesca e aquicultura; infraestrutura portuária; segurança e vigilância marítima; transporte marítimo e logístico; sal marinho; turismo, lazer e esportes náuticos, além da construção, reparação e manutenção naval, direito marítimo e outros pilares deste ambiente promissor, que envolve muita interação terra-mar”, destaca o secretário executivo do Cluster, Daniel Penteado Lana.

O Cluster conta com uma estrutura de governança que se propõe, entre outras frentes, a representar o ambiente marítimo  na proposição de pautas desenvolvimentistas para o governo. É também um apoiador da Federação das Indústrias, uma das principais sócias fundadoras do Cluster.

“Em nível de Nordeste esta é uma iniciativa pioneira, que já nasce com esse cuidado com  regramentos e preservação ambiental. Nos propomos a estudar o potencial da economia do mar com o conceito de sustentabilidade muito presente. E chega em um momento muito oportuno para o Rio Grande do Norte, diante da capacidade de energia offshore e exploração do petróleo na margem equatorial”, argumenta Roberto Serquiz, presidente da Fiern.

Para Gabriel Calzavara, diretor da Copesbra e presidente do Conselho do Cluster, a iniciativa se compara a quando os portugueses criaram a Escola de Sagres no Século 16, de onde surgiram as grandes navegações. “Nos propomos a pensar como o Nordeste pode utilizar o mar como um instrumento de negócio para que, em pleno Século 21, possa cumprir esse papel que é composto por três bases: a questão ambiental, a transição energética e a segurança alimentar. Com isso, pode gerar emprego, renda, tecnologia, melhores salários, melhor qualificação de mão de obra. Esse universo de alternativas vem pra dentro do Cluster para mostrar para as empresas e governo o melhor caminho”.

Empresas e instituições interessadas em fazer parte do Cluster Tecnológico Naval do RN podem acessar o site https://clusterdomar.org.br/ e se inscrever no formulário disponível. Interessados em participar do evento podem contatar pelo email executivo@clusterdomar.org.br.

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