Diagnósticos de problemas relacionados à saúde mental têm sido cada vez mais frequentes. Rotina exaustiva, acelerado ritmo de vida e cobranças em casa e no trabalho são alguns dos fatores que podem contribuir para o desgaste emocional. Estima-se que, em todo o mundo, a depressão afete mais de 300 milhões de pessoas. Além disso, outros transtornos vinculados ao estresse e ansiedade acometem trabalhadores e acendem um alerta para as empresas: é preciso prevenir e gerir os riscos psicossociais relacionados ao trabalho.

De acordo com dados do Ministério da Fazenda, só no ano passado foram concedidos mais de 170 mil auxílios de acidente, doença e de Previdência, devido a transtornos mentais e comportamentais. Em nível avançado, os colaboradores desenvolvem um grande sofrimento, apresentam disfunção, baixa produtividade e dificuldade nos relacionamentos interpessoais.

“As empresas começaram a perceber a importância de trabalhar a saúde mental dos seus funcionários, e isso acabou se tornando um diferencial. A política preventiva é a melhor opção: trabalhar os relacionamentos – tanto internos quanto externos – apostar em treinamentos, integração entre as pessoas e uma boa ergonomia são estratégias para melhorar a qualidade do clima organizacional e favorecer à saúde mental”, afirma Karen Fantine, psicóloga e coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Estácio de Natal – unidade Ponta Negra.

De acordo com Karen, além dessa série de medidas, dispor de um ambiente de descanso adequado, proporcionar reuniões ao ar livre e um espaço de trabalho limpo e organizado podem auxiliar nesse processo. Também é importante que exista um diálogo fluído entre a empresa e os seus funcionários. Comunicação ineficiente, limitações de tempo excessivas, falta de clareza e de apoio agravam o problema.

Criar melhorias significativas e duradouras para os trabalhadores traz benefícios em longo prazo para as empresas, acrescenta a psicóloga. A exemplo disso, a Rui Cadete Consultores investe em iniciativas com esse objetivo. Pelo menos uma vez ao ano, acontece a Semana de Qualidade de Vida no Trabalho, que tem como foco estimular o diálogo e práticas que corroborem para a saúde do corpo e da mente, sobretudo no contexto da contabilidade, área de atuação da empresa.

“Durante todo o ano também promovemos palestras sobre depressão, ansiedade, família e outros temos relevantes para auxiliar o colaborador a lidar com os seus problemas mais cotidianos. Além disso, buscamos sempre trazer palestras motivacionais, exercícios de respiração e autocontrole, além de outras diversas ações para incentivar o bom funcionamento da empresa através de um ambiente de trabalho saudável”, explica Ana Cláudia Medeiros, Gerente de “Gestão e Gente”, antigo setor de Recursos Humanos da Rui Cadete.

Sobre o autor: Letra A

Diagnósticos de problemas relacionados à saúde mental têm sido cada vez mais frequentes. Rotina exaustiva, acelerado ritmo de vida e cobranças em casa e no trabalho são alguns dos fatores que podem contribuir para o desgaste emocional. Estima-se que, em todo o mundo, a depressão afete mais de 300 milhões de pessoas. Além disso, outros transtornos vinculados ao estresse e ansiedade acometem trabalhadores e acendem um alerta para as empresas: é preciso prevenir e gerir os riscos psicossociais relacionados ao trabalho.

De acordo com dados do Ministério da Fazenda, só no ano passado foram concedidos mais de 170 mil auxílios de acidente, doença e de Previdência, devido a transtornos mentais e comportamentais. Em nível avançado, os colaboradores desenvolvem um grande sofrimento, apresentam disfunção, baixa produtividade e dificuldade nos relacionamentos interpessoais.

“As empresas começaram a perceber a importância de trabalhar a saúde mental dos seus funcionários, e isso acabou se tornando um diferencial. A política preventiva é a melhor opção: trabalhar os relacionamentos – tanto internos quanto externos – apostar em treinamentos, integração entre as pessoas e uma boa ergonomia são estratégias para melhorar a qualidade do clima organizacional e favorecer à saúde mental”, afirma Karen Fantine, psicóloga e coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Estácio de Natal – unidade Ponta Negra.

De acordo com Karen, além dessa série de medidas, dispor de um ambiente de descanso adequado, proporcionar reuniões ao ar livre e um espaço de trabalho limpo e organizado podem auxiliar nesse processo. Também é importante que exista um diálogo fluído entre a empresa e os seus funcionários. Comunicação ineficiente, limitações de tempo excessivas, falta de clareza e de apoio agravam o problema.

Criar melhorias significativas e duradouras para os trabalhadores traz benefícios em longo prazo para as empresas, acrescenta a psicóloga. A exemplo disso, a Rui Cadete Consultores investe em iniciativas com esse objetivo. Pelo menos uma vez ao ano, acontece a Semana de Qualidade de Vida no Trabalho, que tem como foco estimular o diálogo e práticas que corroborem para a saúde do corpo e da mente, sobretudo no contexto da contabilidade, área de atuação da empresa.

“Durante todo o ano também promovemos palestras sobre depressão, ansiedade, família e outros temos relevantes para auxiliar o colaborador a lidar com os seus problemas mais cotidianos. Além disso, buscamos sempre trazer palestras motivacionais, exercícios de respiração e autocontrole, além de outras diversas ações para incentivar o bom funcionamento da empresa através de um ambiente de trabalho saudável”, explica Ana Cláudia Medeiros, Gerente de “Gestão e Gente”, antigo setor de Recursos Humanos da Rui Cadete.

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