Uma das principais medidas adotadas para controle da proliferação da Covid-19, em todo o mundo, tem sido o isolamento social. Contudo, além do impacto econômico, a determinação acende um alerta de atenção para a saúde mental da população. No Brasil, antes mesmo da chegada do coronavírus, já havia dados apontando o país com o maior número de pessoas ansiosas do mundo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com transtorno da ansiedade.

A implementação da medida de isolamento social já dura mais de um mês em alguns estados. Algumas pessoas estão em família, mas outras estão sozinhas em casa. Daí, fica o questionamento: como lidar com este momento de crise, a sensação de solidão do isolamento, a ansiedade e o medo da morte? 

Para o professor do curso de Psicologia da Estácio, Zacarias Ramalho, uma forma de lidar com as emoções atreladas ao cenário de pandemia é criar ou estabelecer uma rotina, seja com práticas regular de atividade física, ouvir músicas, fazer novos cursos online. De forma que o indivíduo possa despertar novas capacidades e potencialidades para que se sinta produtivo. “Outra ação muito importante é manter o contato com as pessoas queridas, mesmo que virtualmente, com as quais tenha abertura para falar das emoções. Isso é algo realmente necessário”, frisa. 

A prática da rotina também vale para as crianças, sobretudo porque estão sem as aulas escolares presenciais e com a maioria dos equipamentos de entretenimento (parques, cinemas, praias) interditados para o uso. No entanto, alerta o professor, os adultos também precisam de tempo para si. Na organização da rotina é necessário estabelecer estes momentos que também valorizem a individualidade. 

“Quando falo em organizar rotinas e metas, criar um cronograma, é justamente para que possamos dividir as responsabilidades e poder direcionar, de um certo modo, um tempo necessário para cada atividade, evitando com isto, o esgotamento físico e mental e possíveis questões que geram mais sofrimento”, explica. 

Sobre o autor: Letra A

Uma das principais medidas adotadas para controle da proliferação da Covid-19, em todo o mundo, tem sido o isolamento social. Contudo, além do impacto econômico, a determinação acende um alerta de atenção para a saúde mental da população. No Brasil, antes mesmo da chegada do coronavírus, já havia dados apontando o país com o maior número de pessoas ansiosas do mundo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com transtorno da ansiedade.

A implementação da medida de isolamento social já dura mais de um mês em alguns estados. Algumas pessoas estão em família, mas outras estão sozinhas em casa. Daí, fica o questionamento: como lidar com este momento de crise, a sensação de solidão do isolamento, a ansiedade e o medo da morte? 

Para o professor do curso de Psicologia da Estácio, Zacarias Ramalho, uma forma de lidar com as emoções atreladas ao cenário de pandemia é criar ou estabelecer uma rotina, seja com práticas regular de atividade física, ouvir músicas, fazer novos cursos online. De forma que o indivíduo possa despertar novas capacidades e potencialidades para que se sinta produtivo. “Outra ação muito importante é manter o contato com as pessoas queridas, mesmo que virtualmente, com as quais tenha abertura para falar das emoções. Isso é algo realmente necessário”, frisa. 

A prática da rotina também vale para as crianças, sobretudo porque estão sem as aulas escolares presenciais e com a maioria dos equipamentos de entretenimento (parques, cinemas, praias) interditados para o uso. No entanto, alerta o professor, os adultos também precisam de tempo para si. Na organização da rotina é necessário estabelecer estes momentos que também valorizem a individualidade. 

“Quando falo em organizar rotinas e metas, criar um cronograma, é justamente para que possamos dividir as responsabilidades e poder direcionar, de um certo modo, um tempo necessário para cada atividade, evitando com isto, o esgotamento físico e mental e possíveis questões que geram mais sofrimento”, explica. 

Sobre o autor: Letra A

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