Durante o período de isolamento, que fechou escolas em todo país, as instituições da educação básica tiveram que se reinventar, e a tecnologia foi a maior aliada nesse processo. Mas até que ponto a comunidade escolar está segura com esta novidade? No mundo virtual estamos expostos a inúmeros ataques cibernéticos, apesar disto, uma pesquisa recente mostrou que 81% dos docentes não experimentaram nenhuma ciberameaça durante as aulas remotas.

O questionário foi aplicado pelo Observatório de Cibersegurança, do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), com o apoio da Direção Geral de Educação (DGE) de Portugal, no final do ano passado. No Brasil, algumas instituições de ensino superior sofreram com interrupções em aulas nas plataformas digitais. No entanto, na educação básica não há relatos de ataques.

Thayane Morais, professora de Português do Ensino Fundamental II da Casa Escola, confirma que não passou por nenhuma situação complicada de ciberataques, apenas acesso de logins desconhecidos na sala do Google Meet, mas que não causaram qualquer prejuízo à aula. De acordo com ela, “do ponto de vista das tecnologias utilizadas em sala, acredito que estamos construindo, todos os dias, um ambiente mais seguro”, afirma a profissional.

Essas metodologias alternativas, adotadas pelas escolas, trouxeram a possibilidade de não interromper o ensino de crianças e adolescentes. O formato híbrido agradou às famílias que puderam avaliar as suas diferentes realidades e optar pelo ensino na modalidade presencial ou remota, para minimizar as perdas no ritmo das aprendizagens dos filhos.

Sobre isso, a diretora da Casa Escola, Priscila Griner, enfatiza: “as plataformas e recursos digitais têm facilitado essa realidade de ensino, já que quem está em casa ou em sala de aula presencial pode desfrutar de um ensino mais dinâmico e atrativo. No entanto, não se pode abandonar as velhas e boas metodologias, principalmente quando pensamos na exposição dos alunos nesse espaço digital por tanto tempo e de maneira tão ampla.Temos ainda que tratar da ética digital para promover um ambiente mais seguro”, explica.

Para Rosilene Pereira, jornalista e mãe das alunas Luísa (5º ano) e Estela (2º ano), da Casa Escola, “a adaptação das crianças é sempre mais fácil do que a dos adultos. Mas dentro de um contexto inédito de pandemia, no qual todos – escola e famílias – estamos aprendendo juntos a construir um novo fazer pedagógico, essa união de esforços em prol dessa adaptação facilita o processo”, conta.

Com relação à segurança cibernética, a jornalista diz se sentir segura no ambiente virtual da instituição. “Confio na procura de soluções e na capacitação que a escola buscou para instalar o ensino remoto, porque está respaldada por instituições consolidadas como o Google”, enfatiza.

O estudo do CNCS também revela que as plataformas Google Classroom, Google Meet e Zoom foram as mais utilizadas pelas instituições de ensino em todo o mundo. Mas os professores estavam preparados para este uso? “Fomos acompanhados de perto com treinamentos, estudos teóricos e o apoio da coordenação e direção nessa nova rotina. Isso nos trouxe mais segurança no modelo de ensino remoto”, relembra a professora Thayane Morais.

Sobre o autor: admin

Durante o período de isolamento, que fechou escolas em todo país, as instituições da educação básica tiveram que se reinventar, e a tecnologia foi a maior aliada nesse processo. Mas até que ponto a comunidade escolar está segura com esta novidade? No mundo virtual estamos expostos a inúmeros ataques cibernéticos, apesar disto, uma pesquisa recente mostrou que 81% dos docentes não experimentaram nenhuma ciberameaça durante as aulas remotas.

O questionário foi aplicado pelo Observatório de Cibersegurança, do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), com o apoio da Direção Geral de Educação (DGE) de Portugal, no final do ano passado. No Brasil, algumas instituições de ensino superior sofreram com interrupções em aulas nas plataformas digitais. No entanto, na educação básica não há relatos de ataques.

Thayane Morais, professora de Português do Ensino Fundamental II da Casa Escola, confirma que não passou por nenhuma situação complicada de ciberataques, apenas acesso de logins desconhecidos na sala do Google Meet, mas que não causaram qualquer prejuízo à aula. De acordo com ela, “do ponto de vista das tecnologias utilizadas em sala, acredito que estamos construindo, todos os dias, um ambiente mais seguro”, afirma a profissional.

Essas metodologias alternativas, adotadas pelas escolas, trouxeram a possibilidade de não interromper o ensino de crianças e adolescentes. O formato híbrido agradou às famílias que puderam avaliar as suas diferentes realidades e optar pelo ensino na modalidade presencial ou remota, para minimizar as perdas no ritmo das aprendizagens dos filhos.

Sobre isso, a diretora da Casa Escola, Priscila Griner, enfatiza: “as plataformas e recursos digitais têm facilitado essa realidade de ensino, já que quem está em casa ou em sala de aula presencial pode desfrutar de um ensino mais dinâmico e atrativo. No entanto, não se pode abandonar as velhas e boas metodologias, principalmente quando pensamos na exposição dos alunos nesse espaço digital por tanto tempo e de maneira tão ampla.Temos ainda que tratar da ética digital para promover um ambiente mais seguro”, explica.

Para Rosilene Pereira, jornalista e mãe das alunas Luísa (5º ano) e Estela (2º ano), da Casa Escola, “a adaptação das crianças é sempre mais fácil do que a dos adultos. Mas dentro de um contexto inédito de pandemia, no qual todos – escola e famílias – estamos aprendendo juntos a construir um novo fazer pedagógico, essa união de esforços em prol dessa adaptação facilita o processo”, conta.

Com relação à segurança cibernética, a jornalista diz se sentir segura no ambiente virtual da instituição. “Confio na procura de soluções e na capacitação que a escola buscou para instalar o ensino remoto, porque está respaldada por instituições consolidadas como o Google”, enfatiza.

O estudo do CNCS também revela que as plataformas Google Classroom, Google Meet e Zoom foram as mais utilizadas pelas instituições de ensino em todo o mundo. Mas os professores estavam preparados para este uso? “Fomos acompanhados de perto com treinamentos, estudos teóricos e o apoio da coordenação e direção nessa nova rotina. Isso nos trouxe mais segurança no modelo de ensino remoto”, relembra a professora Thayane Morais.

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