Você já parou para pensar por que alguns conteúdos engajam tanto e até nos fazem tomar uma ação, enquanto outros simplesmente somem do feed como se nunca tivessem existido? A resposta muitas vezes está no uso inteligente dos gatilhos emocionais; e é sobre isso que queremos falar hoje.

Até porque vivemos em uma era saturada de informações: todo mundo tem algo a dizer, todo mundo quer ser notado, comentar e compartilhar. Mas nem todo mundo se conecta. Afinal, no digital, o volume de conteúdo não é o mais importante, e sim a relevância.

A boa notícia, no entanto, é que existem técnicas de marketing de conteúdo capazes de tornar um post que seria facilmente ignorado em uma publicação memorável.

Quer saber como?
Então me acompanhe nesta leitura!

O que é marketing emocional e como funciona? gatilhos emocionais

Gatilhos emocionais: o que são e por que importam

No livro Copywriting, Paulo Maccedo diz que: ‘’Existem princípios psicológicos que levam as pessoas a concordar com uma determinada solicitação, sem passar por um raciocínio crítico minucioso”. É exatamente isso que acontece com os gatilhos.

Isto é, gatilhos emocionais nada mais são do que estímulos que despertam sentimentos. E essas emoções movem as nossas decisões. Essa ideia vem da psicologia, mas o marketing já entendeu a importância dessa técnica, afinal: as pessoas compram com emoção e justificam com razão.

Não é à toa, portanto, que os conteúdos que mais engajam são aqueles que tocam em algo interno: alegria, identificação, surpresa, nostalgia, empatia e até mesmo a tristeza. Quando um conteúdo desperta esse tipo de reação, ele deixa de ser só uma peça publicitária e vira uma história que a pessoa quer guardar (ou até compartilhar).

💡 Então, resumindo: bons conteúdos fazem sentir e, por isso, fazem lembrar ou tomar alguma decisão.

Gatilhos emocionais que funcionam na produção de conteúdo

Agora que você já entendeu o que são os gatilhos emocionais, é hora da gente colocar a mão na massa. Por isso, separamos 5 gatilhos mais eficazes na criação de conteúdo com exemplos de como aplicá-los:

gatilhos mentais

Como transformar conteúdo em conexão (de verdade)

E já que estamos falando tanto das vantagens de usar essa técnica de persuasão, vale lembrar: gatilhos emocionais não são efeitos especiais. Eles são ferramentas estratégicas que para que tenham resultados, é necessário saber usá-los com moderação.

Assim, aqui vão algumas dicas:

  • Conheça profundamente sua audiência: seus medos, desejos, referências e linguagem.
  • Escolha o tom certo para cada canal: o que funciona no Instagram pode não funcionar no LinkedIn.
  • Alinhe emoção com verdade: emoção não combina com mentira, então nada de manipulação!
  • Use imagens, sons e narrativas que reforcem o sentimento: um vídeo com a trilha certa diz mais que mil palavras.

Conteúdo que engaja: como combinar algoritmo e autenticidade

O que as marcas ganham com conteúdos emocionalmente inteligentes?

Mas agora você deve estar se perguntando: “Tá, mas o que eu ganho com isso?” E a verdade é que marcas que usam emoção como estratégia colhem mais que likes:

💡 Engajamento verdadeiro: comentários que contam histórias, não só emojis;

💡 Lealdade e confiança: o público passa a defender a marca;

💡 Memória de marca: fica mais fácil ser lembrado quando você foi ✨sentido✨;

💡 Conversão: mais vendas, mais cliques, mais ações, porque houve conexão com o público.

Como a Letra A cria conteúdos que conectam

Aqui na Letra A, a gente acredita que um bom conteúdo é aquele que comunica, informa e, o principal, toca. Por isso, nossa produção sempre começa com uma base sólida: persona, contexto e intenção.

Nenhuma postagem é feita de forma automática. Antes da criação, existe um planejamento, uma estratégia e, sobretudo, uma reflexão sobre qual emoção aquela publicação vai despertar. Assim, é possível criar conteúdos que são mais do que palavras bonitas: eles engajam, convertem e conectam com o seguidor.

Um exemplo recente disso é a campanha “Na prática, é outra história”, que desenvolvemos para a #ClienteLetraA Casa Escola.

O principal objetivo era entender uma dor das famílias: ensino engessado e discursos que não passam de promessas vazias, e mostrar que, na Casa Escola, é outra história. 

Dessa forma, a campanha emocionou, gerou identificação e posicionou a marca com clareza. Tudo isso porque toca em uma dor real e fala verdadeiramente com as pessoas, não só com o algoritmo.

Quer ver um pouquinho de como ficou esse projeto? Dê play no primeiro episódio da campanha:



E vale lembrar: engana-se quem pensa que os gatilhos emocionais só devem ser usados em grandes campanhas. Não, não! Essa técnica pode, e deve, ser usada em conteúdos do dia a dia. 

Nessa aqui, da Clínica da Coluna, tocamos numa dor de muita gente:

 



E que tal esta publicação do Mestrado Profissional em Engenharia Urbana e Ambiental da PUC-Rio? #ClienteLetraA

No fim, é sempre sobre conexão com o público

Ou seja, em um mundo digital onde a principal moeda de troca é a atenção, produzir conteúdos que retêm, convertem e engajam não é mais só uma questão de “preencher o feed”, é uma necessidade.

É sobre construir relacionamento, gerar valor e marcar presença com intenção, entendendo que cada postagem pode, e deve,  ser uma ponte autêntica entre a marca e quem está do outro lado da tela.

Portanto, se você deseja parar de simplesmente postar por postar e começar a se conectar com o seu público, clique aqui e fale com a gente.

Na Letra A, a gente cria conteúdos que emocionam, posicionam e fortalecem marcas de verdade.

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Sobre o autor: Samara Borges

Samara Borges é estudante de Publicidade e Propaganda na Universidade Potiguar e atua como Analista de Social Branding na Letra A. Com foco em planejamento e criação de conteúdo para as redes sociais, Samara escreve sobre social media, marketing digital e tendências.

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