Já parou pra pensar que, hoje em dia, ser porta-voz é quase como ser aquela pessoa que, num jantar, mesmo sem querer, termina virando o centro das atenções? 

Ela não estava ali pra fazer discurso, no entanto, basta alguém lançar uma pergunta e, de repente, todo mundo silencia, esperando a resposta. É nesse instante que as palavras ganham peso. Porque não é só sobre o que se diz, mas também sobre como se diz. O que se deixa nas entrelinhas, o que se representa.

Agora, troque o jantar pela coletiva de imprensa, por uma reunião com investidores, ou até mesmo por uma conferência interna com os colaboradores da empresa. A sensação é a mesma, porém o impacto é maior.

Porque ser porta-voz não é só sobre “falar bem”. Ou seja, é sobre representar uma marca, traduzir valores, sustentar posicionamentos. É influenciar conexões, responder com empatia, contornar ruídos e, muitas vezes, evitar crises.

É quase um superpoder invisível: ele não aparece, mas ecoa. E isso pode dar um frio na barriga, não é? Mas é justamente aí que mora a importância do media training. Afinal, diferente do jantar, aqui cada palavra pode virar manchete.  

Na Letra A, temos vivido experiências intensas e transformadoras conduzindo processos de media training com lideranças de diferentes setores. E uma coisa é certa: quando a liderança entende seu papel de representar a marca publicamente, tudo muda. 

Quer entender, então, por que investir no preparo de um porta-voz é também investir na reputação da sua marca?

Vem com a gente!

como preparar porta-vozes para momentos de crise

Media training: muito além de uma preparação para entrevistas

Pense assim: o media training é como o ensaio geral antes da peça. Você já tem o figurino (o cargo), já sabe o roteiro (o que a empresa quer comunicar) — mas sem ensaio, a chance de tropeçar no palco é altíssima.

É justamente aí que entra o papel da Letra A: transformar esse ensaio em algo que realmente faça sentido para quem vai entrar em cena.

A comunicação verdadeira nasce do contexto. Das dores daquela equipe, do setor em que atua, da realidade que carrega. E, principalmente, do quanto o porta-voz entende o seu papel e se sente seguro nele.

Quando isso acontece, uma liderança se prepara para alinhar pensamento e discurso. Aprende a responder sem tropeçar nos próprios valores. Aprende, acima de tudo, a ouvir melhor antes de falar.

Porque não adianta dar entrevistas em nome da empresa se o discurso interno está desalinhado, se a equipe pensa uma coisa e o Instagram da marca diz outra.

O que o media training faz é amarrar essas pontas soltas. Mais que isso, esse processo fortalece a cultura da organização. Faz com que a liderança fale do negócio não como quem decorou, mas como quem acredita. E isso é sentido — por jornalistas, pela equipe, pelos clientes.

E sabe aquele medo do improviso, de dizer algo errado, de tropeçar na própria fala? Ele não desaparece. Mas com media training, ele vira só o friozinho bom de quem sabe o que está fazendo.

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Influência não é sobre vaidade; é sobre responsabilidade

Ser porta-voz não é sobre brilhar nos holofotes, é sobre saber o que fazer quando a luz estoura bem no seu rosto, e todo mundo está esperando uma resposta.

Pode até existir um certo glamour em aparecer na mídia, representar a marca, ser ouvido. Contudo, na prática, o que esse papel carrega é muito menos brilho e muito mais responsabilidade. Ao aceitar esse papel, a liderança também assume outro: o de guardiã da reputação da marca.

Isso porque a fala de uma liderança não termina quando a entrevista acaba. Ela segue reverberando nas redes sociais, nas análises da imprensa, nas entrelinhas do que o público entendeu (ou não).

É como jogar uma pedra num lago calmo. Você até controla o gesto… no entanto, não controla as ondas.

E é por isso que influência, no mundo corporativo, não pode ser confundida com vaidade

Como a Letra A conduz media training com porta-voz

Se tem uma coisa que a gente aprendeu ao longo de tantos treinamentos com lideranças é: não existe um porta-voz genérico. Cada organização tem seu próprio tom, seus próprios desafios e, claro, seus próprios bastidores.

Por essa razão, na Letra A, o media training nunca vem em formato de apostila padrão. A gente começa escutando. De verdade. Com espaço para dúvidas e com sensibilidade para lidar com as questões que estão ali, entre o medo do microfone e a preocupação com a reputação institucional.

Foi exatamente o que vivemos recentemente com uma equipe de liderança do Instituto Santos Dumont. O grupo, mesmo vindo de áreas que não são da comunicação, entendeu a importância que uma fala pode ter e se engajou muito nas práticas. Vieram à tona temas sensíveis e dilemas reais. Ainda assim, estavam ali, sendo discutidas com confiança e profundidade.

E isso só acontece quando o treinamento é feito de forma personalizada. Com referências pensadas para aquele setor, exemplos que fazem sentido no cotidiano da equipe e espaço para adaptar, testar e, sobretudo, se enxergar no papel de quem comunica.

Nosso foco não é moldar porta-vozes em personagens ensaiados, é fortalecer a imagem institucional sem tirar a autenticidade de quem representa a marca.

Com uma equipe multidisciplinar, uma escuta que vai além da superfície e uma entrega conectada à estratégia de branding e comunicação, o que a gente oferece não é só um treinamento. É uma preparação de dentro pra fora, com empatia, contexto e intenção.

Preparar um porta-voz é investir na reputação da marca

Nem toda liderança nasceu pronta pra câmera; e a boa notícia é que isso nunca foi pré-requisito. Mesmo assim, vamos combinar: confiar só na intuição não dá mais.

Hoje, quem ocupa esse papel precisa mais do que coragem para falar. Precisa saber o que está dizendo e, principalmente, como isso vai ser entendido do outro lado.

Porque no fim, a comunicação de uma marca mora no jeito como ela responde, se posiciona, se explica. Logo, isso passa, invariavelmente, pela fala (e pela postura) de quem a representa.

Então me diz:

💡 Se amanhã você fosse chamado pra dar uma entrevista, entrar ao vivo ou conduzir uma fala pública… você se sentiria tranquilo ou já estaria ensaiando no espelho?

Se a resposta foi “depende”, a gente entende. E nesse caso, podemos ajudar.

Com quase 30 anos de experiência no mercado, estamos prontas para ser a sua parceira na preparação de porta-vozes, oferecendo um treinamento completo e personalizado para atender às suas necessidades de comunicação

Vamos marcar uma conversa?

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Sobre o autor: Ângela Bezerra

Ângela Bezerra é jornalista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com MBA em Marketing Estratégico e mestrado em Antropologia. Trabalhou como repórter na Inter TV Cabugi (afiliada da Rede Globo) por 10 anos e lecionou como professora convidada na pós-graduação em Assessoria de Imprensa da Estácio. Atua há mais de 20 anos com assessoria de comunicação e é CEO da Letra A.

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